Cara-Crachá.

May 15th, 2012 § 1 Comment

- Eu sou um parto de gritos abandonados lutando pelo amor, guerreando pela paz e estuprando pela virgindade, vinventando histórias e vinvenciando mentiras.

- Senhor, eu queria só o nome e o RG.

Confissão.

May 11th, 2012 § 2 Comments

Perdoe-me Padre, porque eu pequei.

E esta é… A primeira vez que me confesso.

Blasfemei contra as certezas e agredi convicções.

Levantei falso testemunho em prol do amor e da bondade e para defendê-las contei belas mentiras.

Fiz amor de forma desatenciosa e não tive paciência com o tempo.

Engordei porcos usando pérolas para montar um açougue e ofereci ciência para quem não tinha.

Dei corda para enforcados, cerveja para alcoólatras, liberdade para assassinos e me propus a fazer a revisão ortográfica de cartas de suicida.

Bebi sabendo da sede e comi sabendo da fome.

Tive sorte em meio aos azarados e não hesitei em usá-la.

Ousei o fundo do abismo e usei o fundo do abismo e, graças a isso, fui comtemplado e ousado.

Mantive a calma na ira e me enraiveci calmamente. E descobri que crueldade é ira acalmada.

Respeitei pai e mãe e não peitei pai e mãe.

Ressuscitei os mortos e perdoei pecadores.

Amei ao próximo como a mim mesmo, mas fui infiel a mim mesmo o tempo todo.

Amei odiar e cativei grandes inimigos ao longo da vida.

Triunfei estando errado e lamentei a falta de punição.

Perdi a capacidade de me indignar e resolvi me abster de julgamentos.

Abandonei o egoísmo. Superei o desejo. Me tornei vazio. E quando percebi, me tornei irrelevante na vida.

Mas o pior de tudo isso, Padre, é que eu me orgulho de tudo que fiz.

Entropia.

April 17th, 2012 § 9 Comments

Entropia é uma grandeza física que visa medir o grau de desorganização de um sistema termodinâmico, entendendo-se este como uma região delimitada do universo na qual se estudarão os eventos termodinâmicos.

A a desordem de um sistema é dada pela função log do número de microestados acessíveis dadas as restrições impostas ao mesmo. Aumentar a desordem é aumentar o número de micro-estados acessíveis a determinada partícula. Em um baralho de 54 cartas, perfeitamente alinhado em sua sequência de naipes, números e arcanos, temos que o nível de entropia é zero. Caso se permita que uma carta mude de posição, o valor de entropia do sistema sobe a 54. Aumentar a entropia de um determinado sistema é aumentar a possibilidade de configurações de micro-estados.

Os sistemas termodinâmicos são divididos em abertos ou fechados (dependendo da troca de matéria ou energia com o meio) e equilibrados ou não (sendo que os sistemas equilibrados são aqueles que, por definição, não mudam com o tempo). Pela primeira Lei da Termodinâmica, a energia de um sistema tende a se manter num somatório de Trabalho e Calor constante. Pela Segunda Lei da Termodinâmica, entropia total de um sistema termodinâmico isolado tende a aumentar com o tempo, aproximando-se de um valor máximo à medida que restrições internas ao sistema são removidas. O estado de equilíbrio termodinâmico de um sistema isolado corresponde ao estado onde, satisfeitas as restrições internas, a entropia é máxima.

Dentro dos sistemas termodinâmicos é de interesse especial o conceito de sistemas reversível e irreversível, sabendo-se que em um sistema reversível é possível retornar-se ao Estado Inicial.

A análise de um Sistema Termodinâmico pode ser feita por meio das ditas superfícies isentrópicas, que são as linhas formadas pela junção dos pontos em um gráfico que reproduza as grandezas termodinâmicas relevantes (pressão, volume, temperatura, etc.)., sendo que as transformações no sistema podem ser representadas como linhas ou como pontos isolados nos quais ocorrem saltos de transformação.

A Entropia é entendida, também, no senso comum, como o grau de desordem de uma determinada situação, graduando a transição entre Ordem e Caos. A Entropia Zero seria a Ordem Perfeita, enquanto a Entropia Infinita seria associada ao Caos Absoluto.

Nesse sentido, a Organização representa uma queda na Entropia do Sistema, uma vez que implica na obediência a normas de organização. Tribos que possuíam Leis casuísticas (Se minha galinha atravessa a estrada e põe um ovo do outro lado, de quem é o ovo?) passamos a Leis Abstratas de organização geral (O Acessório segue o Principal).

Por outro lado, o Universo também é um sistema termodinâmico, no qual saímos dos instantes da Criação no Big Bang para uma organização crescente do Cosmos, quer pelas Leis da Física (Matéria atrai Matéria na razão direta das massas e na razão inversa do quadrado das distantes) ou mesmo Químicas.

Atualmente, crê-se que saímos do caos absoluto, em que toda energia estava concentrada em uma única singularidade, e um dia, o Universo se tornará perfeitamente organizado, espalhando toda a sua temperatura pelo infinito, tendendo ao Zero Absoluto, uma vez que a expansão do cosmos está se acelerando, e não reduzindo.

O Universo tende à Organização.

A Organização, no entanto, enquanto uma diminuição no nível de entropia, é uma diminuição nos micro-estados acessíveis ao sistema, de forma que estamos presos em um sistema que inexoravelmente reduzirá o número de micro-estados possíveis ao máximo da organização tal qual loucos presos em um asilo vendo as possibilidades reduzirem-se não por drogas ou eletrochoques mas pelo frio e congelamento de seus átomos pois o frio é a mais terrível prisão que impede o aumento de nossa entropia do aumento de nossa temperatura quebrando limites dobrando leis e fugindo da cristalização que se impõe na forma limites de possibilidade limites de criação limites de criatividade como um maestro guiando a orquestra com sua baqueta óculos de tartaruga e anel de ouro do coração de estrelas pois só a gravidade das estrelas permite que a matéria se condense tão densa  rompendo as fronteiras que separam um átomo de outro fundindo a pele e estourando a camisinha permitindo a fusão que dá origem ao novo e se espalha em supernovas destruindo as órbitas e planos o que só aumenta a liberdade pois toda entropia aumenta quando se aumenta a liberdade e se destroem as cercas as froneiras os limites os planos cartesianos e infalíves de língua e que falam elado que merecem ser queimados como todos os mapas corretos que cagam nacionalidades e quintais e todas as demais micro-fascistas regras de classificação e organização fria e estagnada que separam você do vizinho o Alfa do Ômega o certo do errado o dentro do fora e o dentro do que está mais dentro e as casas das rodas zodiacais que deveriam ser discos de Newton e que Newton descanse em paz onde quer que esteja em uma maçã em uma andorinha ou em um átomo bailarino rodopiando pela atmosfera tal qual um Coringa que despreza as regras e se intromete em qualquer baralho perfeito de 54 cartas rindo risonho e queimando ardente fugindo do batman aquele filho da puta que só come o Robin e chora no armário a morte do papai e da mamãe puta imperativo categórico que de aleijado é muleta e de órfão é tristeza que justifica o desespero frente ao Caos e a luta pelas regras que ele nem sabe quem fez desesperado por uma bandeira quando não deveriam existir países cego pras grades tal qual um morcego que nem é vampiro mas pelo menos não  é gelado e nem brilha no sol nossa fonte de calor junto à Terra que surpreende com um jorro de lava na sala de uma palhoça nas encostas de um vulcão na indonésia como um gozo de lava quente precocemente ejaculado ou antecipadamente parido de um útero radioativo que decai lentamente caindo pelas tabelas periódicas pra lá de marrakesh bêbado como um gambá que ingere água ardente tentando aquecer o motor de um sistema termodinâmico que quer se expandir e abraçar o mundo pra esfregar a última liberdade do coração quente como um cristal de ferro que não se derrete apesar do calor apenas por causa da infinita pressão das cobertas e do manto e da crosta de terra que é uma casca ou concha da água salgada do mar que tenta penetrar por todas as fendas nas mais fundas das fossas onde peixes estranhos te olham curiosos.

Escadas para deficientes.

March 30th, 2012 § 20 Comments

Recentemente passei a treinar com o Luiz Miele.

Ainda acho muito estranho chamar ele de “Miele”, sem “Mestre” ou qualquer outro título antes do nome, mas, fazer o quê: é pedido dele.

É interessante que os treinos surgiram em um momento propício, quando eu estava há algum tempo querendo treinar artes marciais suaves, mas ainda com minha predileção pela Arte Marcial Coreana.

Dentre inúmeras coisas muito interessantes na aula, para fins de post, durante o treinamento de uma certa movimentação, o Miele comentou que “Pros orientais, não tem essa coisa de ‘como fica o pé’: o movimento é inteiro, sem dividir. Dividir é coisa de ocidental.”

Obviamente, trazendo esse comentário pra vida… você começa a perceber como essa mania de “divisão” está entranhada na nossa cabeça.

“É só um recurso didático.”

Sim. E estamos ensinando errado.

Porque isso me lembra as inúmeras “divisões” do “Eu”. Corpo, Mente, Espírito. Aí você pega a mente e divide em Consciente e Inconsciente, Ego, Superego, Id, Sombra, Self, Persona, etc, etc, etc.

Quando você anda, você não pensa: “Vamos lá: articulação do quadril do lado direito, levanta a perna, dobra o joelho, desequilibra, estende a perna, coloca o calcanhar no chão, apoia a planta do pé, transfere o peso pra perna direita, flexiona o joelho, ergue a perna esquerda, extende o joelho, apoia o calcanhar do pé esquerdo, etc, etc, etc…”

Você VAI e ANDA.

Na verdade, pensar no andar acaba atrapalhando. Experimenta pensar onde sua língua está agora. Pronto, você deve estar desconfortável.

(Cara, eu adoro despertar tongue awareness moments.)

Tudo isso pra falar que, depois de muito tempo, acho que eu ando colocando degrau onde tem rampa.

Que o Céu Não Caia Nobre Nossas Cabeças!

March 6th, 2012 § 4 Comments

Quem conhece a obra de Asterix, o Gaulês, sabe que se existe uma coisa que a pequena aldeia de anabolizados guerreiros que tomam a poção mágica teme é que o céu caia sobre suas cabeças.

Legiões romanas? Bring it on. Vikings? Pfft. Bretões? Um passeio no parque.

Yet, eles têm medo de que o céu caia sobre suas cabeças.

Essa piada criada pelos autores da obra, conquanto eu não saiba se possui relevância histórica precisa, pode ser considerada, no mínimo, uma releitura de um medo real de alguns povos antigos.

Efetivamente, boa parte dos povos ditos atrasados ou primitivos possuíam alguma crença nesse sentido: que o céu caísse sobre suas cabeças, que a Lua derrotasse o Sol num eclipse, que Rá fosse derrotado por Seth durante a Noite, etc, etc, etc.

Obviamente, com o passar dos séculos e do racionalismo, com a descoberta do mecanismo astronômico do sistema solar, esses medos foram invariavelmente suplantados. O Sol não é um falcão de ouro que enfrenta o Deus Serpente da Escuridão. O sol é uma bola de gás incandescente. Period.

A transição de uma mentalidade para a outra foi acompanhada de uma dessacralização: o Sol nascer todos os dias era um milagre e uma vitória da vida sobre a morte que merecia a celebração e a alegria. Hoje é algo um pouco mais relevante do que piscar, sendo levemente jocoso até mesmo a idéia de que as pessoas pudessem comemorar o nascer do sol como o sucesso de algo que era incerto.

O problema é que a dessacralização, nesse exemplo específico, é incoerente com todo o pensamento científico.

Isso porque é a base de todo pensamento lógico que não existe indução em uma série de eventos independentes. Da mesma forma que a chance de uma moeda ideal dar Cara é sempre 50% (independentemente de os 50 lançamentos anteriores serem Coroa), o fato de que até hoje o Sol nasceu não indica que o sol nascerá amanhã.

E não, eu não pretendo falar que o sol não vai nascer, nem nada do gênero.

O ponto, no entanto, é que nossa vida é menos racional do que imaginamos. Oficialmente falando.

Todos sabemos que indução é impossível, mas quando vamos fazer um empréstimo no banco, analisam nosso histórico. Se cometemos um crime, avaliarão se temos “bons antecedentes”. Trabalhamos acreditando que o salário será pago no fim do mês. Deixamos o carro com o manobrista. Depositamos nosso salário no banco porque sabemos que ele vai ser guardado e devolvido.

E quando aparece um Maddof, ficamos chocados.

Isso porque estamos tão acostumados com nossa rotina que acreditamos que temos o controle sobre ela: vamos acordar, trabalhar, comer, dormir. Rinse and repeat. As engrenagens funcionam tão bem que sequer passa pela nossa cabeça que alguém possa jogar uma chave-inglesa no maquinário.

E a grande questão é que esse pensamento, se vivenciado, é suficiente pra garantir a qualquer um uma camisa de manga comprida em um quarto acolchoado: não dá para simplesmente duvidar que o banco vá devolver o seu dinheiro, que o manobrista não vá devolver seu carro ou que o sol não vá nascer.

Mas talvez seja possível agradecer ao Sol por nascer e não ficar tão chocado quando arremessam um bebê pela janela.

Nota Mental.

March 2nd, 2012 § 6 Comments

Da próxima vez que alguém usar o argumento anti-união-homoafetiva “como eu vou explicar pros meus filhos?” eu vou usar o argumento “como eu vou explicar pros meus filhos que as pessoas gastam tempo das próprias vidas se dedicando a odiar e querer mandar na opção sexual de outras pessoas?”.

Argumento gentilmente cedido pelo The-Gutters.

Minhas Férias.

February 28th, 2012 § 8 Comments

Querido Diário,

As minhas férias foram muito legais.

Perto do fim de dezembro, eu e meus amiguinhos fizemos um almoço de natal. A gente bebeu muita vodka, mojitos e meus amigos ficaram mostrando os pipis no chatroulette. Eu aprendi a cozinhar porco morto e perú morto.

No Reveillon, fomos todos para Santos, onde a gente ficou tomando mojitos, nadou, jogou bola na praia e depois foi pra mansão de uma amiga nossa beber mais mojitos, ver a queima de fogos, nadar na água gelada e pedir pros nossos amigos que em 2012 tenhamos um ano muito legal. Só espero que se Cthulhu voltar ele deixe para consumir as almas imortais minha e de meus amigos por último.

Depois eu voltei para São Paulo, onde eu vendi horas da minha vida em troca de dinheiro.

Enquanto eu trabalhava, eu estudei bastante sobre a minha alma, meu espírito, papai do céu e os demônios que se escondem nas bordas e cantos da consciência humana, e eu aprendi que os demônios também são filhos do papai do céu, e que a gente tem que respeitar e amar eles, porque embora eles queiram destruir e queimar tudo que a gente acha bom e bonito, eles também merecem ver o nascer do sol, e seria muito egoísmo querer ver o nascer do sol sozinho.

Depois, eu voltei a treinar a quebrar ossos humanos, eu recebi um convite pra integrar uma equipe de artes marciais que quer ensinar a gente a canalizar energia para fazer o bem e curar a nós mesmos e aos outros. Eu estou muito contente!

Escrevi o primeiro texto sério do astronymous.org e estou dando fazendo mapas. Sabia que demora pra fazer um mapa, querido diário?

Agora as aulas voltaram e eu descobri que eu vou reestudar algumas matérias do semestre passado além de estudar hebraico e coisas de judeus, e como quanto mais coisas você faz, mais você quer fazer, decidi terminar as férias.

Que comece 2012.

E que nesse ano nós encontremos a calma dos monges, a sorte dos irlandeses e a ira dos anarquistas.

Black March

February 5th, 2012 § Leave a Comment

Sim, eu ainda estou de Férias.

January 18th, 2012 § 3 Comments

Mas acho que depois do Estupro/Não-Estupro do BBB eu tenho algo importante a repassar:

O tempo é efetivamente jogado fora quando você o gasta com algo de que não gosta. Eu conheço o sabor do prazer mórbido de falar mal das coisas de que não gosto. Afinal, eu era fã de heavy metal em pleno auge do pagode mauricinho dos anos 90, antes mesmo do Tchan. Mas naquela época falar mal não se traduzia em cliques e trending topics. Que são medidas de sucesso, enfim.

Em bom português: não gosta? Ignore, em vez de ficar criticando. Isso não significa que “é feio criticar”. Significa que a energia que você gasta criticando se traduz em sucesso para os fenômenos que você critica.

Na internet, “sua inveja faz o meu sucesso” não é frase de pára-choque de caminhão. É modelo de negócios.

Veio daqui: http://numeralha.wordpress.com/2012/01/18/o-campo-de-batalha-da-web-e-o-seu-tempo/

(Half) A Milestone.

January 2nd, 2012 § 9 Comments

So… Esse é o post de nº 500.

Cinco centenas de posts. Ou meio milhar. That’s quite something.

Eu queria realmente fazer uma mega-retrospectiva de minha vida de blogueiro, apresentando os milhares de reais que eu ganhei e as dúzias de orgias que este blog me permitiu realizar.

Mas infelizmente eu não ganhei um real com esse blog e nem orgias.

However, nem só de orgias viverá o homem, mas também de toda pequena alegria, de forma que eu já me sinto feliz o suficiente com minhas 86.000 visitas, 500 posts, 2.315 comentários, 179 seguidores e com 1.445 views no meu post mais acessado. Porque um post ganha mais visitas quando o título é sobre putaria.

Eu ainda diria que pretendo dar uma penteada no blog esse ano, mas isso eu já disse.

Uma alternativa seria falar do Template novo, e de como é estranho: eu sou de uma época na qual se linkava pessoas ao lado para mostrar quem vc admirava e, de certa forma, se retribuía os links. Hoje é uma coisa meio que deixada de lado: deixa o template feito, e tal. Mas ainda assim eu gosto de guardar essa reminiscência.

Mas nada disso.

Quero aproveitar esse posto para anunciar o mais novo projeto de 2012: WWW. ASTRONYMOUS.ORG

Após a proposta de análises astrológicas no Formspring, eu decidi dar um passo adiante e destacar o projeto pra um site próprio. Juntei mais alguns amigos e vamos levar o estudo astrológico pra outro patamar.

Assim sendo, esse post é um anúncio, um convite e uma explicação: estou retomando os mapas astrais que estão no meu formspring e caixa de emails. ampliando o escopo, e consagrando um local específico pros textos mais esotéricos.

2012 é o ano dos Astronymous.

Expect us.

  • Lick it!

  • Pios

    • Eu sou do tempo em que scat era um tipo de jazz. 2 days ago
    • Pela primeira vez em cerca de um mês, saio do escritório com menos de 100 emails na caixa de entrada. É um dia feliz. 3 days ago
    • Cara Timeline, descobri tardiamente que o CGI emitiu um parecer sobre a SOPA. Take a look: bit.ly/JuGMYr 3 days ago
    • More suspicious than an invitation from a vegan to watch a cock fight. 3 days ago
    • Me falaram pra experimentar tudo pelo menos uma vez. Tô tentando com a Mega-Sena até agora. 4 days ago
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